Benvenuti Paesà!..
 

Para quem não conhece o dialeto napolitano,
Vico d'O Scugnizzo significa "Beco do Moleque de Rua".
Os scugnizzi, como eram conhecidas essas crianças,
se tornaram personagens de
histórias incríveis, algumas beirando a lenda.

Assim, conta-se que, durante a 2ª Guerra,
roubavam peças de tanques e submarinos alemães
para depois as venderem para os próprios nazistas.

Venha conhecer essa maravilhosa história napolitana.

Tanti auguri


Tel.: (11) 3085-6912

 

Tortiglioni alla Zia Ada

Ingredientes:

500 gramas de macarrão tipo tortiglioni
250 gramas de queijo tipo roquefort em pedaços
1 copo de creme de leite fresco
300 gramas de mussarela ralada
250 gramas de manteiga
Pimenta do reino a gosto, sal, folhas de hortelã fresca
200 gramas de alcaparras sem sal
Queijo pecorino ralado (a gosto)
 

Preparo:

Junte o creme de leite fresco ao queijo roquefort,
esmagando e misturando até formar uma pasta.

Em uma frigideira grande, derreta a manteiga, despeje a pasta de roquefort e
o creme de leite, misture bem e acrescente pimenta do reino e sal a gosto.

Cozinhe o macarrão em bastante água e sal, até que esteja al dente.
Enquanto o macarrão cozinha, coloque a mussarela na frigideira
junto dos outros ingredientes e misture, cuidadosamente, evitando que se dissolva.
Junte as alcaparras ao molho e desligue o fogo, conservando quente.

Escorra o macarrão e despeje na frigideira, misturando rapidamente.
Acrescente as folhas de hortelã.

Sirva em uma travessa grande e polvilhe cada porção com o queijo pecorino ralado.

 
'A bella storia napoletana
 

 

Logo na entrada d`O Vico - uma comunidade familiar que lembra um cortiço com suas roupas penduradas na janela e as rachaduras na parede - pode-se ter uma pequena idéia do que está por vir. Toda uma trama realista, mas não menos teatral, desvenda o verdadeiro espírito napolitano através de suas ruas, praças, becos, janelas e personagens. Ao descer pela Via d'a Duchesca a absoluta democracia napolitana pode ser apreendida com a visão da casa do padre Don Armà, entre a igreja de San Gennaro e o prostíbulo Casino 'e Zia Rosa. A casa paroquial guarda seus segredos.

 
 

 

Lá embaixo, na Piazza d'a Minestra, centro irradiador de toda a anarquia napolitana, ouve-se o burburinho da festa de casamento de Nenilla e Mario. Os moradores mais célebres da antiga Napoli saíram todos para comemorar o enlace. Nonna Olga foi muito elogiada pelas massas que preparou para o banquete, principalmente o
Spaghetti Corre Fuje.

 

A gerência da Cassa di Risparmio, a caixa econômica local, decretou feriado bancário para prestigiar o casamento da sobrinha de sua maior cliente. Os artistas do Teatro San Ferdinando suspenderam a apresentação da peça "O Guapo 'e Cartone" (O Galã do Cartaz) por uma noite. Mas os músicos da orquestra se instalaram no palco improvisado na frente da casa
de espetáculos para tocar a Tarantella.

 

Embora vivendo na clandestinidade após ter assumido a liderança da máfia napolitana para vingar seu companheiro, Pupetta Maresca não poderia deixar de comparecer ao casamento de sua afilhada Nennilla com Mario. O maior mistério que cerca a festa é a possível presença do filho desconhecido de Pupetta e Pascalone.

 

 

 

Don Antonio 'o raggioniere, o contador do beco, foi para conferir se ninguém iria atrasar o aluguel do mês e acabou repetindo o Fusili d'O Scugnizzo. O vinho foi gentilmente cedido pelo proprietário do Bar e Caffè Zi' Amedeo. Os funcionários da fábrica de luvas - a única legalmente instalada em toda a Napoli - comentavam o sabor inexplicável do
Spaghetti Aglio, Olio e Peperoncini.

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Lina Vizzone, a prima donna da canzonetta napolitana passou o dia ensaiando para cantar Funiculì Funiculà. A segurança da festa ficou por conta dos presos mais bem comportados da cadeia. Todo este aparato se justifica pela presença de Pupetta Maresca, companheira do legendário Pascalone 'e Nola morto por
grupos rivais por conta de seu
envolvimento com a Camorra.

 

 

Para completar o esquema de segurança, o papagaio Gennaro - instruído a dar o alerta ante a presença de intrusos através da senha "State buono, Paesà" -, de sua posição privilegiada controla a entrada e saída dos convidados. Assim, a tradicional e animada festa prossegue todas as noites, com a presença dos
clientes que vão ao Vico d'O Scugnizzo compartilhar da democrática e anarquista
alegria napolitana de viver.

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A MAIS TÍPICA CANTINA

NAPOLITANA FORA DA ITÁLIA

 

 

O Vico d'O Scugnizzo é o mais autêntico monumento vivo da cultura napolitana em São Paulo. Lá pode-se conhecer um pouco das histórias de um povo sonoro e alegre, reveladas na arquitetura, na música e na tradicional cozinha napolitana.
Inaugurada em 1983, foi inicialmente construída na mente de seu criador e proprietário Roberto Vizzone, que deixou de exercer a advocacia para realizar
um antigo sonho: montar um restaurante de comidas típicas napolitanas, resgatando as tradições culinárias de seus ascendentes.
O projeto é tanto histórico quanto emocional. A arquitetura exalta aspectos pitorescos da cidade de Nápoles, considerada a mais romântica da Itália. Toda uma trama realista desvenda o verdadeiro espírito napolitano retratado em suas ruas, praças e becos ou através de personagens, músicas e poemas no mais sonoro dialeto da Campania.
A música, outra forte característica do povo napolitano, é imortalizada pelo conjunto que apresenta ao vivo sucessos do repertório clássico da música italiana e,
principalmente,as românticas e irreverentes
canzonette napolitanas.

 

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